Antecipação de recebíveis

Operação garantia real: conheça esta forma de concessão de crédito

Por 28 de junho de 2018setembro 27th, 2019Sem comentários

O acesso ao crédito é uma das formas pelas quais as empresas conseguem sobreviver ou, em outras situações, fortalecer seu desenvolvimento. O destino dos recursos varia, indo para investimentos, compra de matéria-prima e viabilização de capital de giro. O problema é que, em diversos casos, o grau de risco inviabiliza o acordo. Entre as alternativas possíveis para resolver essa questão está a operação garantia real, na qual é possível deixar bens como garantia para adiantar os pagamentos.

Com esta operação, uma empresa que solicita uma antecipação de recebíveis considerada de alto risco pode destinar parte de seu patrimônio para assegurar o cumprimento do acordo. Assim, a instituição se protege de possíveis problemas e consegue oferecer uma solução personalizada para as necessidades do negócio.

Um exemplo de operação de alto risco na antecipação de recebíveis é quando uma empresa pede um determinado valor e, em algum momento, precisa de um montante muito maior, que costuma passar do padrão que a instituição pratica. Nesse caso, as chances de inadimplência aumentam consideravelmente, pois se trata de um volume alto de dinheiro.

Outro exemplo está na origem dos recebíveis. A empresa pode ter clientes em recuperação judicial que fizeram compras parceladas. Com isso, a instituição que vai assumir a dívida também corre um risco maior de não receber os valores acordados, devido à instabilidade de quem precisa pagar.

É por isso que, para solucionar ambos os casos, a operação garantia real é uma excelente possibilidade. Por meio dela, a empresa que solicita a antecipação pode conseguir o recurso e a instituição tem mais segurança em fechar o acordo!

O que pode ou não ser utilizado na operação garantia real

O imóvel dado em garantia pelo cliente não pode ser a sede da empresa, a residência de uso dos sócios ou proprietários, uma propriedade rural, imóvel de fábricas ou veículos. Já um patrimônio alugado pode ser utilizado, desde que o inquilino assine um termo de renúncia de preferência de compra do imóvel em questão.

Sendo assim, o empresário tem, por exemplo, a opção de dar como garantia um terreno em área urbana ou um segundo imóvel que utilize para ter uma renda extra. Ou, ainda, algum escritório secundário da empresa.

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