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Imposto de Renda sobre rendimentos: veja como escolher a melhor aplicação

Por 30 de março de 2020janeiro 22nd, 2021Sem comentários
Imposto de Renda sobre rendimentos de aplicações financeiras

Em tempos desafiadores, vemos a importância dos investimentos financeiros, não é mesmo? Com eles, garantimos a segurança necessária para atravessar turbulências econômicas. E para conhecer a melhor aplicação, é fundamental considerar todos os fatores que impactam na rentabilidade e na liquidez, como a segurança, as regras para o resgate, e, claro, o Imposto de Renda sobre rendimentos dos investimentos.

Neste artigo, vamos falar sobre algumas aplicações populares e que são escolhas quase certas de todos os brasileiros. Mas também apresentaremos alternativas que não são exatamente conhecidas, mas que podem garantir benefícios bem interessantes. Para os dois casos, vamos expor como incide o Imposto de Renda sobre rendimentos dessas aplicações.

Como funciona o Imposto de Renda sobre rendimentos

Deixando de lado a poupança — que embora seja a aplicação mais comum, não se trata exatamente de um investimento qualificado, pelo valor de juros pagos — temos o tesouro direto como uma das mais conhecidas aplicações em renda fixa.

Neste caso, a regra é a mesma para todos os títulos públicos: o Imposto de Renda sobre rendimentos é de 22,5% em aplicações de até 180 dias, 20% em aplicações de 181 a 360 dias, 17,5% em aplicações de 361 a 720 dias e 15% em aplicações acima de 720 dias.

Em relação ao mercado de ações na Bolsa de Valores, o Imposto de Renda sobre rendimentos é de 15% do total recebido com Juros sobre Capital Próprio (JCP). As vendas mensais de ações com valores acima de R$ 20 mil também têm incidência de Imposto de Renda sobre os lucros, neste caso, a alíquota é de 15%. Já no Day Trade, ela é de 20%.

Considerando os riscos que esse tipo de investimento traz — por ser renda variável — é preciso preparo, experiência e assistência para optar por essa alternativa. Isso tudo para evitar que o desejo de rendimentos maiores acabe em um descontrole no seu orçamento de aplicações.

Portanto, quem prefere menos arrojamento e ousadia, com um Imposto de Renda sobre investimentos controlado, deve conhecer alternativas qualificadas em renda fixa ou, no mínimo, alguma cesta de investimentos que seja composta tanto de opções em renda fixa quanto variável. Assim, o pagamento de tributos e o risco ficam mais diluídos.

Boas opções em renda fixa para pagar menos imposto

Não basta apenas conhecer as boas opções em renda fixa. É necessário conhecer a dinâmica da aplicação conforme o regimento de quem a oferece. Por exemplo: os fundos costumam obedecer a mesma regra de cobrança gradativa existente nos títulos públicos, que explicamos há pouco. Assim, a dica é se atentar a como o rendimento é administrado para você se beneficiar disso.

Veja o exemplo do Fundo de Investimentos em Direitos Creditórios, mais conhecido como FIDC. Nele, a regra do Imposto de Renda sobre investimentos também é como dos títulos públicos. A diferença é que você paga apenas sobre o valor resgatado. O que permanecer rendendo não é tributado até que você saque esse dinheiro.

Vamos dar um exemplo para ficar mais claro: imagine que você tenha R$ 100 mil para resgatar depois de 720 dias de aplicação. Porém, em vez de recorrer à totalidade do valor, você saca apenas R$ 30 mil. Com esse movimento, os 15% de Imposto de Renda incidirá apenas sobre os R$ 30 mil. Os outros R$ 70 mil continuam rendendo sem que seja necessário pagar tributos para isso.

E por que investir em FIDC?

Porque, entre as opções em renda fixa, o FIDC é uma das mais qualificadas. Lastreado em títulos de dívidas, este fundo tem alto controle de risco por estar amparado em uma grande estrutura operacional, com vários envolvidos na gestão, operação, administração e auditoria do fundo, o que garante a segurança do investidor.

Regulamentado pela Comissão de Valores Mobiliários (CVM), a rentabilidade dos direitos creditórios é pré-fixada no contrato, de modo que o investidor recebe a quantia previamente estabelecida e consegue planejar melhor suas finanças. Por fim, em caso de uma boa pulverização de recebíveis, o risco fica ainda menor, porque o rendimento não permanece atrelado a apenas um ou poucos títulos.

No caso específico do Valorem FIDC, a aplicação é de médio prazo, ou seja, é preciso que o dinheiro esteja no fundo no prazo mínimo de 720 dias. Com isso, o Imposto de Renda sobre investimentos será sempre de 15%, o valor mínimo cobrado de qualquer aplicação similar.

Para conhecer melhor o Valorem FIDC, faça o download do nosso e-book e conheça em detalhes esse tipo de aplicação. Em caso de dúvidas, fique à vontade para entrar em contato conosco ou deixar o seu comentário no espaço abaixo. Estamos à disposição!

 

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